Vontade de ter vontade de beber até cair e chorar deseperadamente como eu fiz quando terminei com o Pedro. Tanto tempo que eu não choro por amor. Até porque os amores têm durado cada vez menos tempo, e terminado de uma forma cada vez mais estranhamente sincera, onde cada um diz o que esperou do outro desde o começo e assim não fica frustações e nem dúvidas pra serem remoídas depois, na companhia de substâncias alcóolicas. Só espero que a previsão do cara que leu a minha mão pare de se confirmar: uma sucessão de relacionamentos curtos e mal sucedidos e encontrar o amor só do meio para o final da vida. Por que enquanto isso eu vou continuar aqui, running to stand still. E isso é tão inevitável quanto chover no verão. E por coincidência ou não eu estou correndo tanto nessa época quanto a quantidade de chuvas que vêm caindo m Vitória.

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