Acordar às 10 para ver o jogo de vôlei (o Brasil perdeu, mas as duas seleções poderiam ficar duas horas paradas em frente à câmera, que, oi?, eu não iria reclamar), soltando “uh-uh”s afetados a cada ponto marcado pela seleção brasileira, o que classifico como uma experiência patriótica libertadora.

Tomar café depois do jogo (sim, quase meio-dia) conversando amenidades com o irmão.

Receber uma mensagem inesperada que me abriu muitos sorrisos.

Fazer a unha. Depilar as pernas, virilha, sobrancelha. Dar massagem no cabelo. Esfoliar o corpo. (Sim, eu tinha um encontro)

Companhia especial e revigorante das seis às oito.

Ouvir a Norah enquanto leio Martin Barbero linkar todos os meus argumentos para o T.C.C.

Assistir À Favorita , empolgada com o fato de terem enterrado de vez as mocinhas virgens de novela das oito. (Ovulei essa semana quando a Lara deu de primeira para o Cauã Reymond – também pudera ne?)

Ler Barbero de novo, ouvindo o sinal dos tempos na rádio, seguidos por uma puta de uma música boa.

Closer pela quarta vez, agora com os cortes e traduções tenebrosos da Globo. Oi? É Closer, dá licença?

Dormir tranquila com o espano-colombiano ao lado.

É, foi um sábado bom. E hoje tem Batman no cinema, sozinha mesmo.

E minha nova nova amiga de infância Lara ainda me emprestou sua música-tema para embalar meu momento atual.

Solta o som DJ!
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