Ontem, descobri que alguém que muito amo quase me deu um tiro. Eu, militante. Ele, repressão. Ou, como ele disse, eu, criminosa, ele, braço do Estado para garantir a ordem pública.

O engraçado é realizar que tenho orgulho de ambas as coisas. Sim, tenho orgulho da repressão. Por motivos amorosos, é óbvio. Mas tenho ainda mais orgulho de ter contribuído para corrigir, apenas com a minha voz, enquanto ele dispunha de suas armas, uma injustiça social.

Abaixo a repressão! E vida longa à luta social!

Vamos pular roleta, galera!

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