Ninguém no mundo jamais conseguirá traduzir a natureza humana tão bem quanto Clarice Lispector… Digo isso por que ontem eu me perguntava qual era o limite entre a responsabilidade individual e a coletiva pela maldade humana (me preservo o direito de não cogitar a existência do Diabo) e então me lembrei da melhor e mais humana (lato ou stricto senso) reflexão com a qual já me deparei. Dividi um pedacinho dela com vocês no último post, e peço que todos leiam o texto na íntegra. Peço pelo simples prazer de disseminar uma reflexão que na verdade não pertence ninguém (dêem uma olhada no site Favela tem memória também, me pareceu um pouco “Sou brasileiro e não desisto nunca” mas, enfim…)
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