Assassino!
Palavras mais do que proferidas. Estavam lá escritas. Pixadas no muro da casa.

E desta vez, a voz do “povo” não foi a voz de Deus. Pensávamos muitos que veríamos uma Suzane rediviva, mas dessa vez o assassino não foi o mordomo, ou melhor, o filho, como está mais na moda.

E numa introspecção egoísta altamente compreensível, eu fico aqui pensando nos meus pais e na dor que teria ao perdê-los.

Podem até dizer que a mídia apavora demais. Mas eu, sensível que sou, ainda acho: matar os pais é uma puta sacanagem! Sorte que dessa vez não foi o filho. Que nada! Sorte mesmo seria se eles nem tivessem morrido.

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