E no princípio era o verbo. E fora mesmo um tempo de conversas. Sobre sonhos e pseudo-realizações, sobre o tempo, a existência de tudo, a inexistência de um sozinho. E de pouco em pouco foram surgindo teias. Tecidas sobre planos inertes. Despertando devaneios latentes. E fora então um tempo de paixão. E desse liquidifica nasceu uma reflexão: a existência se auto-explica.

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